A ADAL – Associação de Defesa do Ambiente de Loures está na linha da frente da proteção do nosso património natural e cultural. Para dar voz a todos os cidadãos que se preocupam, criámos o ECO-Alerta, um instrumento simples para denunciar, alertar e propor soluções para problemas ambientais e patrimoniais na nossa comunidade.
Caso: Esgoto a Céu Aberto no Rio de Loures
No início de agosto, a ADAL recebeu um ECO-Alerta relevante: uma denúncia sobre esgoto a correr a céu aberto no Rio de Loures, junto à ponte pedonal que liga a Fonte Santa ao Regadio (zona de Palhais). Foi reportado um derrame contínuo com origem aparente na zona residencial do SPOC.
O cronograma de ação:
• Ação Imediata da ADAL: Assim que foi recebido o contacto, actuou-se de imediato, enviando o assunto à Câmara Municipal de Loures (Gabinete do Vereador do Ambiente) e à Brigada de Proteção Ambiental (BRIPA) da PSP.
• Resposta da Câmara Municipal: Em meados de agosto, a Câmara confirmou o recebimento e indicou que a origem do problema havia sido identificada, prometendo diligências para a sua solução.
• Conclusão da BRIPA: A Brigada de Proteção Ambiental informou oficialmente ter-se deslocado ao local e verificado o reportado. Em contacto com os SIMAR de Loures, foi apurado que se tratava de uma rotura da conduta de saneamento no Bairro do POC. A conduta foi reparada e a ocorrência sanada. A BRIPA considerou que o processo relativo a esta denúncia foi encerrado, face à resolução do problema.
A capacidade da participação e colaboração
Este caso demonstra a importância do ECO-Alerta. A denúncia de um cidadão anónimo, associada à actuação orientada da ADAL e a consequente intervenção das autoridades, resultou na correção de um grave foco de poluição no Rio de Loures.
Como Funciona o ECO-Alerta?
O ECO-Alerta é um seu canal direto para a ação, garantindo sempre o anonimato. Basta enviar um email e a ADAL dá sequência junto das entidades competentes:
• 1. Alerta: Envie a sua mensagem, descrevendo o problema (e-mail para adaloures@gmail.com).
• 2. Ação ADAL: Reconhecemos a situação, fotografamos (se necessário) e apresentamos queixa formal às entidades competentes.
• 3. Monitorização: Verificamos as diligências tomadas pelas autoridades (Câmara Municipal, BRIPA/PSP, etc.).
• 4. Informação Pública: Informamos a comunidade sobre a resolução ou o estado da situação.